Cursos de Informática Grátis www.megainforcursos.com

14 de dezembro de 2010

Manipulação básica do Registro do Windows

O que é o Registro do Windows
O Registro do Windows é uma espécie de banco de dados, onde são armazenadas as informações sobre todos os programas instalados, estrutura de diretórios, informações do usuário, de drivers, enfim. Ele existe desde as versões do Windows 3.x, mas passou a ser utilizado como padrão, a partir do Windows 95.
O Registro, numa comparação grosseira, pode ser entendido como "sangue do Windows", pois todas as atividades no sistema operacional dependem da sua existência. Um exemplo bem simples, é que é através do Registro que o sistema consegue saber onde os programas estão armazenados e quais arquivos se relacionam a eles. É por isso que um simples corrompimento do Registro do Windows faz o sistema parar. Se isso ocorre, não será possível encontrar programas, drivers e configurações.
O programa Regedit
Por ser uma parte crítica do Windows, a Microsoft preferiu não disponibilizar um acesso fácil ao Registro do Windows. Isso porque usuários não preparados poderiam facilmente causar danos ao sistema, tentando fazer reparos ou querendo saber para que servem as linhas estranhas do Registro. Mesmo assim, é possível acessar o Registro do Windows. Isso é feito pelo programa Regedit. Para usá-lo, vá em Iniciar / Executar e digite regedit. Feito isso, uma tela semelhante a essa surgirá:

É através deste programa de aparência simples que você consegue ter acesso direto ao Registro do Windows. Por meio dele pode-se apagar linhas (útil para tirar manualmente rastros de vírus, por exemplo), mudar configurações e se você for um especialista no assunto, corrigir erros.
Fazendo backup do Registro
Por precaução, a primeira etapa deste tutorial é fazer backup (cópia de segurança) do Registro do Windows. Há mais de uma maneira de se fazer isso, mas como já estamos no Regedit, vamos fazer por ele. Estando no programa, clique com o botão direito do mouse em Meu Computador e selecione Exportar. Em seguida, escolha uma pasta e dê um nome à cópia. Para restaurar este backup, no Regedit clique em Arquivo / Importar e localize a cópia. O Windows, por si só, cria cópias de segurança, mas é sempre bom ter um backup a mais.
A estrutura do Registro do Windows
Conforme pode ser visto na janela acima, quando você acessa o Regedit, aparece uma estrutura contendo 6 chaves. Trata-se da estrutura básica do Registro do Windows. Cada uma tem uma finalidade:
HKEY_CLASSES_ROOT - esta chave, na verdade, não é muito importante a princípio. É um atalho para a chave HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Classes e sua finalidade é manter compatibilidade com programas antigos, que rodam a 16 bits;
HKEY_CURRENT_USER - esta chave é um atalho para a chave HKEY_USERS\infowester, onde infowester deve ser o nome do usuário do Windows. Ela mostra somente informações do usuário atual do sistema, como configurações personalizadas;
HKEY_LOCAL_MACHINE - esta é a chave mais importante do Registro, pois nela é que estão as informações sobre programas e hardware. Para se ter noção da importante desta chave, seus dados são guardados num arquivo chamado system.dat. Clicando no sinal de mais ao lado desta chave, aparece uma estrutura que indica onde estão os dados. Veja a imagem a seguir:


Repare bem que as informações estão organizadas por tipo. Em HARDWARE estão informações relativas ao harware do computador, como portas parelelas, interfaces SCSI, etc. Em SECURITY, estão informações de segurança e assim por diante. Para servir de exemplo, a figura abaixo mostra a localização de informações do processador do computador usado para criar este tutorial. Veja:

O caminho seguido para achar essas informações foi HARDWARE / DESCRIPTION / System / CentralProcessor / 0. Esse exemplo mostra que a melhor maneira de entender o Registro do Windows é explorar sua hierarquia. Você pode fazer isso de forma segura, bastando não alterar nada. Para se orientar, repare nos nomes das chaves. Como já dito, no exemplo acima foram procuradas informações sobre o processador, ou seja, informações de um hardware. Logo, foi-se à chave HARDWARE. O passo seguinte foi clicar em DESCRIPTION, que como indica o nome, serve para descrever/mostrar informações de cada hardware.
Uma das chaves mais interessantes, no entanto, é a SOFTWARE. Nela você consegue encontrar informações sobre todos os programas instalados no Windows, inclusive algumas aplicações auxiliares aos drivers de hardware. Veja a imagem a seguir:

Repare que quanto aos softwares, as informações são gravadas de acordo com o desenvolvedor. Assim, se você tem instalado em seu Windows os programas Dreamweaver e Flash, por exemplo, eles deverão aparecer dentro da chave Macromedia, nome da desenvolvedora desses softwares. Em nosso exemplo, clicamos na chave SOFTWARE e em seguida na chave Apple Computer, Inc. Dentro desta chave, há outra, chamada QuickTime, que é o nome de um programa para visualização de vídeo da Apple. Dentro da chave QuickTime há todas as informações relativas ao programa, como tipos de arquivos associados, preferências do usuário, plugins, etc. Pesquise na chave SOFTWARE sobre um programa que esteja instalado em seu computador. Praticamente todos aparecem, inclusive jogos. Assim, se você necessitar alterar algo referente a um software, já sabe onde encontrá-lo no Registro do Windows.
Ainda há outras divisões dentro de HKEY_LOCAL_MACHINE. Explore-as e certamente você descobrirá para que servem.
HKEY_USERS - no Windows é possível ter vários usuários num único computador. A função desta chave é guardar informações de cada um deles. Quando o sistema está configurado apenas para um usuário (muito comum no Windows 95/98), esta chave possui apenas uma entrada, de nome default ou padrão. Todas as limitações dos usuários, assim como todas as suas configurações podem ser manipuladas aqui.
HKEY_CURRENT_CONFIG - é um atalho que contém configurações do usuário atual do computador relativas ao hardware. Este atalho é útil quando é necessário procurar informações do usuário que está logado, pois todas as suas informações aparecem nesta chave.
Alterando o Registro
É comum, inclusive em artigos do InfoWester, ter que alterar algumas informações no Registro do Windows para executar uma configuração em especial. Quando você acessa uma chave e em seguida, alguma entrada, é possível alterá-la clicando duas vezes em cima dela com o mouse ou clicando com o mouse direito do mouse sob a entrada e escolhendo Modificar. Se você escolher este último método ainda será possível mudar o valor binário da entrada (que por ser complexo não será explicado aqui) ou então excluir a entrada (só o faça se souber o que está fazendo). Observe na imagem abaixo que há entradas com as letras "ab" e entradas com uma série de números zeros e uns. O primeiro tipo permite alterações escritas (como por exemplo, mudar o nome de algum parâmetro de um software) e alterações binárias (ou seja, somente é possível configurar digitando 0 ou 1). O segundo tipo só permite alterações binárias. No exemplo da imagem, estamos mudando o nome do processador. Repare que é apenas um exemplo. Não há razões para que você mude o nome do processador do seu computador, mesmo porque pode haver risco de problemas.

Os passos deste exemplo foram os seguintes: acessar a chave HKEY_LOCAL_MACHINE, em seguida HARDWARE, DESCRIPTION e alterar a entrada ProcessorNameString, que informa o nome do processador. Na caixa que aparece, o nome é alterado assim que o botão OK for acionado.
Basicamente, todas as alterações podem ser feitas desta maneira. No entanto, vamos ver um exemplo mais prático. É comum encontrar em sites especializados, dicas de como mudar o nome que aparece na barra de título do Internet Explorer. Geralmente esse nome é "Microsoft Internet Explorer". Você pode colocar a frase que quiser. Para isso, é necessário uma alteração no Registro do Windows. Acesse HKEY_CURRENT_USER / Software / Microsoft / Internet Explorer / Main. No lado direito do Regedit, clique com botão direito do mouse sobre uma área em branco. Apacerá um menu de nome Novo. Escolha Valor da Seqüência e dê a ela o nome de Window Title. Agora, abra esta chave e digite o textro desejado.
Finalizando
O Registro do Windows cresce com o passar do tempo. A maioria dos programas, quando você os desinstala, não retira as entradas do Registro, o que faz com que chaves fiquem armazenadas sem necessidade. Por isso, é importante "limpar" o Registro de vez em quando. Um bom programa para isso é o EasyCleaner, que elimina entradas inválidas, porém há muitos outros bons softwares para isso. Há inclusive, programas que são mais eficientes que o Regedit para manipular o Registro do Windows, mas que são voltados para usuários com uma certa experiência. Se você é usuário do Windows 95/98 e Me, as informações aqui apresentadas podem estar diferentes quanto a nomes e localização de chaves. Isso ocorre pelas mudanças que a Microsoft implementa a cada nova versão do Windows (este texto foi escrito usando como base o Windows XP). No entanto, o funcionamento do Registro permanece o mesmo, o que faz com que este artigo seja válido para todas as versões do Windows. Este tutorial apresentou maneiras básicas para manipular o Registro do Windows. Por se tratar de um mecanismo muito complexo, a inteira compreensão do Registro é demorada e exige grande empenho técnico. Mas se você não é um programador avançado, não é necessário ter amplo conhecimento dessa parte tão fundamental do Windows.

Removendo spywares que se instalam novamente depois de retirados

Usuários de sistemas operacionais Windows são freqüentemente incomodados pela presença de spywares em seus computadores. Essas pragas digitais representam uma ameaça em potencial, uma vez que suas ações não se limitam a afetar o desempenho do sistema, mas também podem capturar informações sigilosas do usuário, principalmente senhas. Conforme pode ser visto nestas dicas, há maneiras de dificultar a instalação de spywares no computador. Mas quando isso ocorre, o uso de ferramentas como o Spybot  costuma ser eficiente na eliminação dessas pragas. No entanto, é cada vez mais comum o surgimento de spywares que voltam a se instalar no sistema após terem sido eliminados. Este tutorial visa mostrar como tirar de maneira definitiva spywares com essas características.



Faça backup antes de começar
O primeiro passo a ser dado é, na medida do possível, ter um backup (cópia de segurança) do sistema ou pelo menos de seus arquivos mais importantes. Essa medida, inclusive, é essencial de ser aplicada no dia-a-dia. No entanto, para esse caso, uma cópia de segurança é importante porque, apesar dos esforços, é impossível ao InfoWester garantir que os procedimentos são 100% eficientes e livres de erros. 

Limpe o computador de arquivos temporários
O próximo passo é limpar o computador de arquivos temporários e de cookies do Internet Explorer. É importante dar atenção especial a esse navegador porque a maioria dos spywares explora esse programa para efetuar instalações. Assim, é conveniente limpar o cache e os arquivos de cookie armazenados nesse browser. Para isso, no Internet Explorer, vá em Ferramentas / Opções de Internet e clique em Excluir Cookies e Excluir Arquivos (neste último, marque a opção Excluir todo o conteúdo off-line). Em seguida, vá em Iniciar / Acessórios / Ferramentas de Sistemas e escolha Limpeza de Disco. Esse aplicativo apaga arquivos temporários que foram criados por outras aplicações.
Se você usa outros navegadores de internet, tais como o Opera e o Mozilla, também é recomendável apagar o cache destes, assim como é conveniente limpar a lixeira de clientes de e-mail, principalmente se o utilizado for o Outlook Express.
A limpeza de arquivos temporários é importante porque muitas vezes cópias de spywares podem estar escondidos entre esses arquivos.

Procure arquivos suspeitos em pastas essenciais do sistema
Spywares freqüentemente se instalam em pastas essenciais ao funcionamento do Windows. As principais são C:\, C:\Windows (ou C:\Winnt), C:\Windows\System e C:\Windows\System32.
Entre em cada um desses diretórios e liste os arquivos e pastas por data de modificação. Para isso, vá em Exibir e clique em Detalhes. Ou então use o botão Exibir disponível na barra de tarefas como mostra a imagem abaixo.
Exibir arquivos em detalhes


Depois clique em Modificado ou Data de modficação (o nome varia conforme a versão do Windows) e faça com que o Windows exiba os arquivos em ordem crescente ou decrescente de data de modificação. O importante neste passo é conseguir distinguir quais os arquivos criados recentemente.
Exibindo arquivos por data de modificação
Se ao fazer isso, você achar arquivos executáveis ou com extensão .dll (pode ser outra extensão) cuja data de modificação é recente é provável que estes arquivos sejam cópias do spyware. Aqui, é muito importante você ter ciência de quando o spyware começou a lhe causar problemas. Por exemplo, suponha que desde o dia 10 do mês passado você tem tentado desinstalar um spyware de seu computador. Se ao procurar nos diretórios citados acima você encontrar arquivos que desconhece e cuja data de modificação é próxima do dia 10 em questão, é bem provável que esses arquivos estejam relacionados ao spyware.
Após ter encontrados arquivos suspeitos, é necessário confirmar se eles são mesmo spywares. Para isso, uma boa dica é procurar em sites de busca (preferencialmente o Google), o nome do arquivo suspeito. Muito provavelmente você encontrará referências que mostrarão se aquele arquivo faz parte do sistema ou de alguma aplicação ou se está mesmo relacionado a spywares. Esteja ciente de que boa parte das informações encontradas poderão estar em inglês.
A questão é que não faz sentido encontrar executáveis ou arquivos .dll (ou ainda outros cuja extensão você desconhece ou não é comum) novos em pastas essenciais do sistema. Até mesmo se você instalou programas recentemente. Repare no exemplo abaixo. O arquivo my.css aparece no diretório C:\Windows com uma data recente. Porque aquele arquivo apareceu ali de repente? Fazendo uma pesquisa na Web, descobrimos que este arquivo é uma cópia do spyware CWS.Datanotary, que consegue voltar ao sistema após ser desinstalado porque muitos anti-spywares não conseguem identificar o arquivo my.css como um cópia da praga.
Arquivo suspeito: my.css
Por precaução, em vez de apagar esses arquivos suspeitos, você pode renomeá-los para um nome qualquer. Após isso, observe se as ações do spyware ainda continuam. Caso negativo e se o Windows estiver operando normalmente, você pode apagar os arquivos.
Se ao tentar apagar ou renomear os arquivos suspeitos o sistema informar que os mesmos estão em uso, a alternativa é ir no Gerenciador de Tarefas para verificar se o arquivo suspeito está em execução (para o caso do arquivo ser um executável). Para isso, pressione Ctrl mais Alt mais Del e acesse o gerenciador de tarefas do Windows. Nele, procure pelo nome do arquivo suspeito. Se ele não for executável, é mais difícil encontrar qual processo o está executando. Neste caso, a solução é reiniciar o computador e entrar no sistema em Modo de Segurança. Para isso, pressione o botão F8 do teclado durante o processo de boot.
O Modo de Segurança apenas carrega arquivos básicos para o funcionamento do sistema e portanto não carregará os programas que são acionados na inicialização do Windows. Estando no modo de segurança, volte ao diretório onde você encontrou arquivos suspeitos e os apague ou os renomeie.
É importante frisar que um spyware pode ter cópias em mais de um diretório assim como pode estar em outras pastas que não as que aqui chamamos de essenciais. Portanto, é necessário ter paciência para procurar arquivos suspeitos. É por se espalharem em vários diretórios que muitos spywares conseguem voltar depois de eliminados.
Outro detalhe a ser considerado, é que você deve fazer os mesmos procedimentos anteriores para pastas também. Se nos diretórios essenciais você encontrar pastas criadas recentemente, é provável que estas estejam relacionadas a spywares. Mas lembre-se: na dúvida procure pelo nome do arquivo ou da pasta em sites de busca.


Verifique a pasta Arquivos de Programas e Program Files
Alguns spywares são instalados junto com outros programas, mas permanecem quando estes são removidos. Assim, uma dica interessante é procurar nas pastas Arquivos de Programas e Program Files por pastas de programas que você já removeu ou por pastas de programas que você desconhece. Pastas de programas desinstalados podem ser removidas. No caso de pastas de programas que você desconhece, é necessário verificar o que está relacionado a este diretório. Para isso, entre na pasta e pesquise em sites de busca pelos nomes encontrados. Se encontrar referências de que estes são spywares, apague a pasta.

Execute novamente seu programa anti-spyware
Após ter feito os passos acima, execute novamente seu programa anti-spyware. É bastante provável que ele apague os rastros ainda existentes do spyware (principalmente entradas no Registro do Windows) e elimine de vez o problema.

Finalizando
Esse artigo mostrou alguns procedimentos que ajudam a desinstalar spywares que voltam ao sistema depois de eliminados. No entanto, não há garantias de que os passos mostrados acima são eficientes. Há casos, por exemplo, em que o spyware sobrescreve arquivos do próprio Windows e assim somente com o uso de ferramentas específicas é que é possível remover a praga.
Se você utiliza algum software contra spywares, anote o nome que o programa der ao spyware em questão e procure-o em sites de buscas. As chances de você encontrar páginas que ensinam como lidar especificamente com aquela praga são grandes. Como cada um desses invasores digitais atua de maneira diferente, não há passo-a-passo que sirva para todos o casos. Logo, a busca por pragas específicas é essencial. Mas tenha paciência. Mesmo que as referências encontradas só estejam disponíveis em inglês, certamente é melhor tentar entendê-las do que ter que reinstalar o sistema operacional.

Creditos: Infowester

Como criar "cabo crossover" e "cabo direto"

Se você tem dois ou três computadores em casa ou em seu escritório, certamente tem interesse em conectá-los em rede para compartilhar impressoras, arquivos e a conexão à internet. Para isso, a ação mais comum é a criação de um cabo crossover ou de um cabo direto. Este tutorial ensinará como criá-los.

Itens necessários
Neste tutorial, o InfoWester fará uso dos seguintes itens para a montagem (ou crimpagem) de cabos crossover e direto:
- Alicate de crimpagem;
- Conectores RJ-45;
- Cabo UTP padrão CAT 5 (tamanho variável de acordo com a necessidade).
O alicate de crimpagem é usado para prender as pontas do cabo UTP aos conectores RJ-45. Estes, por sua vez, são conectados à placa de rede do computador ou ao hub/switch.  


Alicate de crimpagem
Cabo crossover ou cabo direto?
Conectores RJ-45Quando queremos montar um cabo para interligar dois computadores, não precisamos utilizar dispositivos como hubs, já que pode-se ligar uma máquina à outra diretamente. Neste caso, o cabo do tipo "crossover" (cruzado ou invertido) deve ser utilizado.
Por outro lado, quando três ou mais computadores devem ser interligados, um equipamento como o hub se mostra ideal. Neste caso, é necessário criar um cabo para cada computador e conectá-los ao hub. No entanto, o cabo tipo crossover não serve a esse propósito, devendo ser utilizado o cabo do tipo "direto", também conhecido como "patch cable".
Em resumo, para ligar computador a computador, usa-se cabo crossover. Para ligar computador a hub, usa-se cabo direto. A diferença entre eles é que o cabo crossover tem a disposição de seus fios de maneira diferente em uma ponta em relação à outra, enquanto que o cabo direto tem a disposição dos fios iguais em cada extremidade.
OBS.: o cabo crossover também deve ser usado quando é necessário conectar um hub a outro.
Um pouco mais sobre o cabo
O cabo UTP é um dos mais usados para a criação de redes de computadores baseadas em fios. Seu desenvolvimento foi fruto dos trabalhos da Electrical Industrial American (EIA) e da Telecomunications Industrial American (TIA), que pesquisaram o desenvolvimento de um meio de comunicação eficiente para redes. Após essa definição, a Bell Laboratories trabalhou no desenvolvimento do cabo UTP (Unshilded Twisted Par).
Nas redes padrão Ethernet praticamente são só usados cabos UTP CAT 5. Isso quer dizer que esse tipo de cabo é composto por quatro pares de fios e opera à freqüência de 100 MHz.
A foto abaixo mostra os pares de fio. Repare que eles são combinações das cores laranja, azul, verde e marrom com correspondentes na cor branca. Assim, um fio na cor azul tem como par um fio nas cores azul e branco. Um fio na cor verde tem como par um fio nas cores verde e branco, e assim por diante:
Fios de cabo de rede
É mais comum encontrar cabos UTP com revestimento na cor azul, no entanto, não é difícil encontrar cabos em outras cores.
Montando o cabo direto
O primeiro passo para montar o cabo consiste em tirar parte do revestimento (em cerca de 1 cm) das extremidades do cabo, deixando expostos os fios. Para isso, deve-se usar um alicate de corte (alguns alicates de crimpagem contam com esse recurso, como o modelo usado neste tutorial), mas tome cuidado para não cortar os fios. Em seguida, deve-se colocá-los na seguinte ordem:
Esquema EIA/TIA 568A
Essa seqüência é conhecida como norma EIA/TIA 568A.
Conector incorretoApós a realização desse passo, é necessário encaixar o conector RJ-45, tomando-se o cuidado de fazer com que cada fio entre no orifício correspondente. Para isso, segure o conector firmemente em uma mão e a ponta do cabo na outra. Insira os fios vagarosamente, certificando-se de que nenhum ficou pelo caminho. Se ao atingir o final do conector você notar que algum fio tem alguma diferença de tamanho ou está mais atrás em relação aos outros, refaça o procedimento. Os fios devem ter o mesmo tamanho e todos devem chegar ao final dos orifícios do conector.
É muito importante que o revestimento do cabo também entre no conector. Do contrário, será mais fácil ocorrer o rompimento dos fios. A figura ao aldo mostra essa situação.
Após ter certeza de que o cabo está devidamente inserido no conector, é hora de crimpar. Para isso, coloque o conector dentro do espaço correspondente do alicate de crimpagem (consulte a folha de instruções que acompanha o produto para não errar). Segure o cabo com uma mão e com a outra pressione o alicate. Após o cabo estar relativamente preso, reforce o procedimento apertando o alicate com as duas mãos. Aperte bem, mas tome cuidado para não exagerar e danificar o conector.
Crimpando cabo
Se você notar algum problema após crimpar o cabo, não será possível tirar o conector. A saída é cortar o cabo nesse ponto e repetir todos os passos.
O cabo direto tem as duas pontas iguais, logo basta repetir os procedimentos acima para a outra ponta. Se tudo se sair bem seu cabo direto está pronto para ser usado!
Montando o cabo crossover
O cabo crossover deve ter uma ponta no padrão EIA/TIA 568A. Logo, faça os procedimentos do tópico anterior em um dos lados do cabo.
Feito isso, na outra extremidade, é necessário que os fios sejam posicionados no conector RJ-45 na seguinte ordem:
Esquema EIA/TIA 568B
Essa seqüência é conhecida como norma EIA/TIA 568B.
Concluídos esses passos, o cabo crossover estará pronto para o uso.
Finalizando


Nas primeiras vezes que você crimpar um cabo, certamente sentirá alguma dificuldade. É possível que você tenha até que refazer alguns passos. Se isso ocorrer, não se preocupe, é normal. Com a prática, você dominará o assunto rapidamente.


Por fim, segue uma dica: se você passar a fazer crimpagem de cabos com freqüência, é bastante recomendável usar um aparelho conhecido como testador de cabo. Nele, você conecta as extremidades dos cabos e o aparelho indicará se o cabo está perfeito ou se apresenta alguma falha. Existem vários modelos desses dispositivos, por isso, procure uma loja especializada para escolher um que lhe atenda. Bom trabalho!     

Migrando HTML para XHTML

Finalmente criei vergonha na cara e, na versão mais recente do meu portfólio, usei XHTML. Mas, afinal, o que isso significa?
Primeiramente, o XHTML (eXtensible Hypertext Markup Language) foi desenvolvido como um HTML voltado ao desenvolvimento XML. O XML precisa de uma linguagem de formatação mais rígida: quando os navegadores encontram um erro no HTML comum, como uma tag
sem o
, o erro é "consertado" automaticamente e ainda sim o usuário consegue visualizar a página; já com o XML, um erro desses faz a aplicação parar.
Além disso, cada navegador conserta o erro à sua maneira, o que significa que o que você vê funcionando num dispositivo pode virar uma bagunça em outro. Ou seja, o XHTML é a garantia de que seu site será exibido exatamente como você o desenvolveu, independente do dispositivo de saída - ou de se você trabalha com XML ou não. Isso evita o uso de hacks para corrigir bugs de navegadores (deixando a navegação mais rápida, já que o navegador não tem que processar essas correções) e ainda deixa seu código organizado para atualizações futuras.

As diferenças na prática

A primeira diferença é que todas as tags devem ser fechadas. No HTML, para separar um parágrafo do outro, você simplesmente colocava um
entre eles, e funcionava. Como isso estava errado, isso não será validado no XHTML: um parágrafo deve vir entre um
e um
, como manda a boa e velha organização.

Certo:

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit. 
 Nam quis nunc at diam euismod rhoncus.
Aliquam auctor laoreet dui. Nulla arcu arcu, placerat ut, 
 consectetuer et, tempus eu, urna.
Errado:
Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit. 
 Nam quis nunc at diam euismod rhoncus.
Aliquam auctor laoreet dui. Nulla arcu arcu, placerat ut, 
 consectetuer et, tempus eu, urna
Alguns elementos já têm uma tag de fechamento, como e
, e , etc. Em elementos sem tag de fechamento, usa-se uma barra no final, como
/>,

/> e /> Uma coisa que ainda me dá trabalho é que todas as tags e atributos devem estar em letras minúsculas. Eu, que tinha o vício de escrever tudo em maiúsculas porque achava visualmente organizado, ainda esbarro nos meus próprios erros. Mas no final o código realmente fica mais "leve" de se ler.
Isso também vale para códigos de JavaScript: OnMouseOver deve ser substituído por onmouseover, por exemplo.
Certo:
Lorem ipsum dolor sit amet, 
 consectetuer adipiscing elit.
Errado:
Lorem ipsum dolor sit amet, 
 consectetuer adipiscing elit.
Valores de atributos devem estar entre aspas, e a tag img deve, obrigatoriamente, ter o atributo alt. Assim, se o dispositivo de saída não exibir imagens, um texto alternativo com certeza irá substituí-la.
Se o texto alternativo não se aplica a alguma imagem no seu site, você pode utilizar um espaço (alt=" ").
Certo:
"imagem.jpg" width="200" height="100" border="0" alt="foto" />
Errado:
Os elementos devem estar corretamente aninhados. Então se você abre um negrito dentro de um link, deve primeiro fechar o negrito e depois o link, fechando-os na ordem reversa, assim:
Certo:
Lorem  href="http://lip.com/">ipsum dolor sit amet ...
Errado:

Lorem  href="http://lip.com/">ipsum dolor sit amet ...
Não esqueça da acentuação! Os caracteres acentuados devem ser substituídos pelos seus códigos, especialmente o caracter & (e comercial), que é substituído pelo & mesmo em links. Uma tablea de acentuação e caracteres especiais pode ser encontrada neste link.

Certo:

Meu parágrafo tem acentuação e um
&color=blue">link
Errado:

Meu parágrafo tem acentuação e um 
 &color=blue">link
Mais uma regra é que o documento deve estar bem estruturado, com as tags principais (, e ) corretamente aninhadas e devidamente fechadas. A declaração DOCTYPE também é obrigatória e, por não ser uma tag propriamente dita, não precisa ser fechada nem estar em letras minúsculas.
	



...



...


Nos elementos a, applet, form, frame, iframe, img e map o atributo name foi substituído pelo id.
Certo:
id="ancora"> ancora
Errado:
name="ancora"> ancora
E, finalmente, não faça linhas de separação nos comentários com o caracter "-". Prefira *, = ou #, assim:
Certo:
Errado:

Mas e as desvantagens?

Bom, o XHTML não é suportado em navegadores antigos, como versões anteriores à 6 do IE. Mas, na prática, quando você migra do HTML para o XHTML num site comum só garante a organização do seu documento. Tags que agora são fechadas (como
) são interpretadas normalmente. Aqui vale o bom senso: consulte suas estatísticas de acesso, e se seus usuários ainda estiverem com os navegadores desatualizados aposte num HTML organizado.
O importante é sempre manter seu código limpo, tomando cuidado com a semântica (ou seja, utilizando uma tag para o que ela foi feita, e não para "quebrar galhos"). Tendo essa preocupação, não importa se você resolver migrar para o XHTML ou preferir continuar no HTML, seus sites sempre serão acessíveis, independente do dispositivo.

Alterando o Windows XP com o gpedit.msc


Computadores com mais de um usuário quase sempre necessitam de restrições que impeçam a alteração de configurações ou o acesso a determinados recursos do sistema operacional. Uma ferramenta bastante precisa para isso é o gpedit.msc, disponível nas versões mais recentes do Windows. Este tutorial explicará como utilizá-lo no Windows XP e mostrará, para efeitos de exemplo, algumas restrições no menu Iniciar, na Área de Trabalho (Desktop), no Painel de Controle e em outros recursos.
Antes de começar
A ferramenta gpedit.msc deve ser usada com prudência, pois por ela é possível até impedir o funcionamento do Windows. Não ative determinados recursos se não estiver certo do que está fazendo. Cada alteração possível tem uma explicação na janela correspondente. Consulte-a no caso de dúvidas ou peça auxílio a alguém mais experiente.
As instruções disponibilizadas aqui foram testadas pelo InfoWester em mais de um computador. No entanto, pela natureza complexa dos computadores, este site não pode garantir que todos os procedimentos vão funcionar com perfeição em seu computador ou que não causarão danos. Assim, ao usar este tutorial, você deve concordar que o InfoWester não é responsável por qualquer problema ou alteração indesejada que possa acontecer em sua máquina.
Quando usar o gpedit.msc
O gpedit.msc é um recurso disponível a usuários com privilégios de administrador e serve para bloquear ou alterar uma série de recursos do Windows (não está disponível para a versão Home do Windows XP). Sua utilização é indicada em computadores com mais de um usuário, onde é necessário efetuar certas restrições para garantir o funcionamento dos recursos essenciais às funções da máquina. No entanto, é importante frisar que todos os usuários, inclusive o administrador, serão atingidos pelas restrições. Quando o administrador necessitar de algum recurso bloqueado, pode-se desativar temporariamente o gpedit.msc. Isso será explicado mais adiante.
Em lugares onde há redes de computadores, o administrador de sistemas geralmente faz com que tais máquinas efetuem login em um domínio (uma espécie de grupo de computadores gerenciado por servidores) e carreguem as restrições existentes de um servidor. A vantagem disso é que o administrador pode ter mais controle das atividades de cada máquina e precisa fazer as configurações apenas no servidor. Quando alguma alteração for efetuada, todos os computadores da rede a receberão.
No entanto, há situações onde, por algum motivo, não é possível fazer os computadores efetuarem login em um domínio. Neste caso, faz-se necessário a criação de restrições em cada máquina. É neste ponto que o gpedit.msc pode ser usado.
Outra situação: muitos usuários podem necessitar bloquear ou alterar um ou outro recurso de seu computador pessoal. O gpedit.msc é uma opção excelente para esse caso.
Começando a usar o gpedit.msc
A maneira mais fácil de acessar o gpedit.msc é indo em Iniciar / Executar e digitando gpedit.msc. Esse comando também pode ser digitado no Prompt de comando.
Digitado o comando, surgirá uma janela de nome "Diretivas de Grupo". Esta possui duas divisões. A da esquerda contém as opções, cujo conteúdo é exibido à direita quando expandido.
Janela do gpedit.msc
Como mostra a imagem anterior, geralmente aparece uma opção à esquerda de nome Diretiva Computador Local com dois sub-itens expansíveis: Configuração do computador e Configuração do usuário. Neste tutorial, nos basearemos neste último por suas opções serem mais interessantes.
Clicando no sinal de positivo (+) no início de Configuração do usuário, três sub-itens expansíveis aparecem:
- Configurações de software: geralmente esta opção permite a configuração de softwares fornecidos por terceiros. É pouco usada;
- Configurações do Windows: permite a ativação de scripts a serem executados na inicialização do computador; permite alterar as configurações de segurança; permite alterações no Internet Explorer;
- Modelos administrativos: este é o item com mais recursos e que será usado neste tutorial. Ele permite realizar uma série de configurações que são guardadas em arquivos de extensão .adm. Estes, por sua vez, baseiam suas configurações diretamente no Registro do Windows.
Configuração do usuário / Modelos administrativos
Ao clicar no sinal de positivo no início de Modelos Administrativos, uma seqüência de sub-itens aparece, sendo os mais comuns:
- Menu 'Iniciar' e barra de tarefas;
- Área de trabalho;
- Painel de Controle;
- Pastas compartilhadas;
- Rede;
- Sistema;
- Componentes do Windows.

O nome de cada item acima deixa claro onde é possível fazer alterações. Basta selecionar qualquer das opções e seu conteúdo aparecerá no lado direito da janela. A figura abaixo mostra os itens que aparecem quando Menu 'Iniciar' e barra de tarefas é selecionado:
Conteúdo de Menu 'Iniciar' e barra de tarefas
É possível notar que clicando em cada item, uma série de configurações podem ser feitas. O processo de alteração é muito simples e é igual para a maioria dos itens. Mesmo os que diferem não apresentam grau elevado de dificuldade.
Como exemplo, imaginemos que você queira impedir o acesso à ferramenta regedit.exe, que permite acesso ao Registro do Windows. Para impedir seu funcionamento é necessário saber onde está sua localização. Veja bem, o regedit não faz parte do Menu Iniciar, portanto não estará em Menu 'Iniciar' e barra de tarefas. De igual forma, o regedit não faz parte do Painel de Controle, muito menos da opção Rede. Isso deixa claro que ele pode estar em duas opções: Sistema ou Componentes do Windows.
Como mostra a figura abaixo, ele está em Sistema, no item Impedir acesso a ferramentas de edição do Registro, na parte da direita. Para alterá-lo, basta dar dois cliques com o botão esquerdo do mouse sobre o item. Na janela que surgir, basta clicar na guia Configuração e escolher uma das três opções e clicar em OK: Não configurado, Ativado, Desativado.
Impedindo o acesso ao regedit
O padrão é Não configurado que indica que aquele item carrega a opção padrão do Windows, que no nosso exemplo, é permitir o acesso ao regedit. Se clicar em Ativado, o recurso Impedir acesso a ferramentas de edição do Registro passará a funcionar e, portanto, o acesso ao Registro do Windows será impedido. Como é isso que queremos, basta selecionar essa opção e clicar em OK. Depois Vá em Iniciar / Executar e digite regedit. Note que o Windows exibirá uma mensagem de erro e impedirá o acesso à ferramenta:
Aviso de acesso negado
Se escolher Desativado, a opção em questão será uma configuração desativada no Windows, ou seja, não será possível aplicá-la no sistema.
Note que na mesma janela existe uma guia de nome Explicar. Ela é importante porque contém um pequeno texto que indica o que a opção escolhida oferece.
Ativando uma configuração no gpedit.msc
É possível reparar que quase todas as configurações disponíveis podem ser alteradas nesse esquema de "Não configurado, Ativado e Desativado". No entanto, dependendo do recurso, há algo mais a ser feito.
Por exemplo, é possível impedir o Windows de executar determinados aplicativos. Imagine que você queira impedir a execução do arquivo infowester.exe, presente em C:\Windows\. Para isso, o caminho é o seguinte no gpedit.msc: Configuração do usuário / Modelos administrativos / Sistema e, à direita, Não executar aplicativos do Windows especificados. Na janela que surgir deve-se clicar em Ativado e depois no botão Mostrar / Adicionar... e informar o caminho do arquivo: C:\Windows\infowester.exe. Por fim, deve-se clicar em OK até fechar todas as opções.
Bloqueando a execução de um arquivo
Alguns exemplos
Neste tópico faremos algumas configurações para mostrar a capacidade do gpedit.msc:
Exemplo 1: impedindo a alteração do papel de parede
O papel de parede está localizado na Área de Trabalho, logo é esta opção que devemos procurar no gpedit.msc, certo? Na teoria, sim. No entanto, a Microsoft preferiu colocar esse item no seguinte caminho: Modelos administrativos / Painel de controle / Exibição. Na área da direita, basta ativar o item Impedir alteração do papel de parede. É importante frisar que, mesmo com esse recurso ativado, é possível que alguns programas consigam alterar o papel de parede. É o caso do Microsoft Office Picture Manager, que acompanha o pacote Office 2003.
Exemplo 2: removendo o botão Desligar do menu Iniciar
Esta configuração é mais simples, pois basta ir em Modelos Administrativos / Menu 'Iniciar' e barra de ferramentas e na área à direita ativar a opção Remover e impedir o acesso ao comando 'Desligar'.
Exemplo 3: impedindo a execução do Windows Messenger
Para essa configuração, deve-se ir em Modelos administrativos / Componentes do Windows / Windows Messenger. À direita, deve-se ativar Não permitir a execução do Windows Messenger. Importante: essa configuração não impede o funcionamento do MSN Messenger.
Exemplo 4: ocultando a unidade C:
Essa é uma configuração mais trabalhosa, mas não é complicada: deve-se ir em Modelos administrativos / Componentes do Windows / Windows Explorer. À direita, deve-se escolher Ocultar estas unidades especificadas em 'Meu computador'. Assim que a opção Ativado for escolhida nesse item, um menu aparecerá perguntando quais unidades você quer ocultar. É possível fazer várias combinações. Em nosso caso, vamos escolher Restringir apenas a unidade C. Importante: esse recurso funciona para até 4 partições. Se tiver mais, as outras não aparecerão e não poderão ser ocultadas.
Ocultando a unidade C: pelo gpedit.msc
Exemplo 5: Impedindo o acesso ao recurso Adicionar / Remover programas
Esse é um recurso acessível pelo Painel de Controle, logo, deve-se seguir o seguinte caminho no gpedit.msc: Modelos administrativos / Painel de controle / Adicionar ou remover programas. Na área da direita, deve ativar a opção Remover programas de 'Adicionar / Remover programas'.
Desativando o gpedit.msc temporariamente
Como já dito, as restrições do gpedit.msc atingem todos os usuários do computador, inclusive aqueles com privilégios de administrador. Usuários dessa categoria poderão desativar o gpedit.msc temporariamente, caso necessitem de algum recurso bloqueado.
Para isso, na janela do gpedit.msc, clique em Diretiva Computador Local com o botão direito do mouse, selecione Propriedades e marque as seguintes caixas: Desativar configurações do computador e Desativar configurações do usuário. Clique em Ok e aguarde alguns instantes para o gpedit.msc liberar suas restrições (em alguns casos, pode ser necessário reiniciar o computador ou efetuar logoff). Desmarque as caixas em questão para reativar o gpedit.msc.
Finalizando
O gpedit.msc é uma ferramenta que permite fazer uma quantidade grande de configurações. São tantas que este tutorial seria cansativo se cada uma delas fosse mencionada. No entanto, o texto deixou claro que o segredo é identificar onde a configuração desejada será feita e procurá-la na área correspondente do gpedit.msc. Por exemplo, se você deseja alterar alguma característica do menu Iniciar, sabe que é muito provável que tal configuração esteja em Modelos administrativos / Menu 'Iniciar' e barra de tarefas. Em contradição, o exemplo 1 do tópico anterior mostra que nem sempre é assim. Determinados itens podem não estar no lugar que nos parece óbvio, por isso, é necessário procurar e testar. Com a prática, logo você conhecerá todas as possibilidades do gpedit.msc, inclusive as dos itens não explorados nesse tutorial (Configuração do computador).

Como apagar as configurações de BIOS

Introdução





Muitos técnicos de informática ou usuários que compraram computadores de outras pessoas já se depararam com a seguinte situação: ao tentar acessar o Setup do BIOS de um computador, este se encontrava protegido por uma senha desconhecida. Se não for possível encontrar uma pessoa que conheça a seqüência correta, vai ser necessário apelar para métodos que consigam apagar as configurações do Setup do BIOS e, conseqüentemente, a senha que o protege. Daí surgem em fóruns e listas de discussões perguntas do tipo "como zerar a BIOS", "como resetar a BIOS" e assim por diante. O InfoWester testou uma série de soluções encontradas na internet e coloca aqui a que se mostrou mais eficiente.
Antes de começar
Antes de começar, esteja ciente de que os métodos aqui mostrados foram exaustivamente testados e, mesmo assim, não há como o InfoWester garantir que estes são 100% eficientes ou que não vão causar problemas em seu computador. Assim, o InfoWester não se responsabiliza porque qualquer dano que surja após a execução dos procedimentos deste artigo.
Por via das dúvidas, faça backup (cópia de segurança) de seus arquivos mais importantes.
Apagando as configurações de BIOS
Existem alguns aplicativos que conseguem apagar as configurações de BIOS, como o ClearCMOS, porém, nos testes do InfoWester, ele não foi funcional em algumas placas-mãe (especialmente as fabricadas pela Intel).
Como nem sempre é possível apelar para programas (por questões de licença, falta de acesso à internet ou outros), a utilização de códigos ou scripts se mostra melhor.
Para a aplicação de códigos, o InfoWester usou o comando debug, para MS-DOS. Por ele é possível executar códigos em linguagem Assembly (uma linguagem que, a grosso modo, trabalha diretamente com o hardware).
Apesar de ser possível executar o debug em ambiente Windows (para isso, vá em Iniciar / Executar, digite cmd e no prompt, digite debug - vá à pasta C:\windows\system32 caso o comando não seja encontrado ou não execute corretamente) é recomendável executar o script fora desse sistema. Para isso, o InfoWester usou um simples disquete de boot para o Windows 98. Como o computador já estava configurado para dar boot por esse meio, simplesmente inserimos o disquete na máquina após ligá-la.
Quando o prompt do DOS ficar acessível, digite debug e pressione a tecla Enter em seu teclado. Em seguida, insira o seguinte código. No final de cada linha, pressione a tecla Enter:
A
MOV AX,0
MOV AX,CX
OUT 70,AL
MOV AX,0
OUT 71,AL
INC CX
CMP CX,100
JB 103
INT 20
(pressione a tecla Enter mais uma vez)
G
Q


Repare que no código acima, há três letras usadas isoladamente: A, G e Q. A letra A serve para o debug saber que deve executar os códigos em linguagem de máquina. A letra G tem a função de executar as tarefas correspondentes ao código. Por sua vez, a letra Q é usada para sair do debug.
Note que durante a execução do código, uma seqüência de caracteres aparece no início de cada linha. Isso não representa erros. Trata-se apenas da indicação de endereços de memória.

Caso você digite algo errado, o debug aponta erro e repete a linha. Assim, basta digitar o código correspondente novamente, como mostra a imagem abaixo. Mesmo assim, esteja atento para digitar tudo corretamente e para não pular nenhuma linha.

Importante: cuidado para não confundir o número zero com a letra O. No código acima, essa letra não é usada.
Terminada a execução do código, basta reiniciar o computador e tentar acessar o Setup do BIOS. Se o código funcionou, a senha não será mais solicitada e assim você poderá fazer as modificações que achar necessário. É importante frisar que você terá que configurar data e hora novamente, além de outras opções.
OBS.: esse procedimento não causa danos ao sistema operacional, no entanto, nos testes do InfoWester, um computador deixou de carregá-lo. O problema foi resolvido após a opção PCI IDE Bus Master ter sido desativada no Setup do BIOS. Assim, ao ter problemas, verifique a configuração do Setup ou procure alguém com conhecimento para isso, caso não tenha muita experiência no assunto.
Outros códigos
Existem outros códigos que também podem ser usados para apagar a configuração do Setup do BIOS. Porém, alguns só funcionam em determinados modelos de placa-mãe. Assim, caso não tenha sucesso com o código anterior ou queira executar um mais simples, você pode tentar as seguintes seqüências, todas executadas no comando debug (pressione a tecla Enter no final de cada linha):
o 70 2e (o primeiro caractere é a letra O)
o 71 ff (o primeiro caractere é a letra O)
q

Código voltado aos BIOS da AMI/Award
o 70 17 (o primeiro caractere é a letra O)
o 71 17 (o primeiro caractere é a letra O)
q

Código voltado aos BIOS da Phoenix
o 70 FF (o primeiro caractere é a letra O)
o 71 17 (o primeiro caractere é a letra O)
q

Finalizando
É conveniente consultar o manual da placa-mãe antes de executar algum código para apagar as configurações do Setup do BIOS, pois existem muitos modelos que possuem um jumper próprio para isso. Além disso, a diversidade de BIOS existentes faz com que nem sempre um determinado código funcione. Assim, caso tenha feito uma série de tentativas sem sucesso, como último recurso, procure o suporte técnico do fabricante da placa-mãe.

Como apagar as configurações de BIOS

Introdução





Muitos técnicos de informática ou usuários que compraram computadores de outras pessoas já se depararam com a seguinte situação: ao tentar acessar o Setup do BIOS de um computador, este se encontrava protegido por uma senha desconhecida. Se não for possível encontrar uma pessoa que conheça a seqüência correta, vai ser necessário apelar para métodos que consigam apagar as configurações do Setup do BIOS e, conseqüentemente, a senha que o protege. Daí surgem em fóruns e listas de discussões perguntas do tipo "como zerar a BIOS", "como resetar a BIOS" e assim por diante. O InfoWester testou uma série de soluções encontradas na internet e coloca aqui a que se mostrou mais eficiente.
Antes de começar
Antes de começar, esteja ciente de que os métodos aqui mostrados foram exaustivamente testados e, mesmo assim, não há como o InfoWester garantir que estes são 100% eficientes ou que não vão causar problemas em seu computador. Assim, o InfoWester não se responsabiliza porque qualquer dano que surja após a execução dos procedimentos deste artigo.
Por via das dúvidas, faça backup (cópia de segurança) de seus arquivos mais importantes.
Apagando as configurações de BIOS
Existem alguns aplicativos que conseguem apagar as configurações de BIOS, como o ClearCMOS, porém, nos testes do InfoWester, ele não foi funcional em algumas placas-mãe (especialmente as fabricadas pela Intel).
Como nem sempre é possível apelar para programas (por questões de licença, falta de acesso à internet ou outros), a utilização de códigos ou scripts se mostra melhor.
Para a aplicação de códigos, o InfoWester usou o comando debug, para MS-DOS. Por ele é possível executar códigos em linguagem Assembly (uma linguagem que, a grosso modo, trabalha diretamente com o hardware).
Apesar de ser possível executar o debug em ambiente Windows (para isso, vá em Iniciar / Executar, digite cmd e no prompt, digite debug - vá à pasta C:\windows\system32 caso o comando não seja encontrado ou não execute corretamente) é recomendável executar o script fora desse sistema. Para isso, o InfoWester usou um simples disquete de boot para o Windows 98. Como o computador já estava configurado para dar boot por esse meio, simplesmente inserimos o disquete na máquina após ligá-la.
Quando o prompt do DOS ficar acessível, digite debug e pressione a tecla Enter em seu teclado. Em seguida, insira o seguinte código. No final de cada linha, pressione a tecla Enter:
A
MOV AX,0
MOV AX,CX
OUT 70,AL
MOV AX,0
OUT 71,AL
INC CX
CMP CX,100
JB 103
INT 20
(pressione a tecla Enter mais uma vez)
G
Q


Repare que no código acima, há três letras usadas isoladamente: A, G e Q. A letra A serve para o debug saber que deve executar os códigos em linguagem de máquina. A letra G tem a função de executar as tarefas correspondentes ao código. Por sua vez, a letra Q é usada para sair do debug.
Note que durante a execução do código, uma seqüência de caracteres aparece no início de cada linha. Isso não representa erros. Trata-se apenas da indicação de endereços de memória.

Caso você digite algo errado, o debug aponta erro e repete a linha. Assim, basta digitar o código correspondente novamente, como mostra a imagem abaixo. Mesmo assim, esteja atento para digitar tudo corretamente e para não pular nenhuma linha.

Importante: cuidado para não confundir o número zero com a letra O. No código acima, essa letra não é usada.
Terminada a execução do código, basta reiniciar o computador e tentar acessar o Setup do BIOS. Se o código funcionou, a senha não será mais solicitada e assim você poderá fazer as modificações que achar necessário. É importante frisar que você terá que configurar data e hora novamente, além de outras opções.
OBS.: esse procedimento não causa danos ao sistema operacional, no entanto, nos testes do InfoWester, um computador deixou de carregá-lo. O problema foi resolvido após a opção PCI IDE Bus Master ter sido desativada no Setup do BIOS. Assim, ao ter problemas, verifique a configuração do Setup ou procure alguém com conhecimento para isso, caso não tenha muita experiência no assunto.
Outros códigos
Existem outros códigos que também podem ser usados para apagar a configuração do Setup do BIOS. Porém, alguns só funcionam em determinados modelos de placa-mãe. Assim, caso não tenha sucesso com o código anterior ou queira executar um mais simples, você pode tentar as seguintes seqüências, todas executadas no comando debug (pressione a tecla Enter no final de cada linha):
o 70 2e (o primeiro caractere é a letra O)
o 71 ff (o primeiro caractere é a letra O)
q

Código voltado aos BIOS da AMI/Award
o 70 17 (o primeiro caractere é a letra O)
o 71 17 (o primeiro caractere é a letra O)
q

Código voltado aos BIOS da Phoenix
o 70 FF (o primeiro caractere é a letra O)
o 71 17 (o primeiro caractere é a letra O)
q

Finalizando
É conveniente consultar o manual da placa-mãe antes de executar algum código para apagar as configurações do Setup do BIOS, pois existem muitos modelos que possuem um jumper próprio para isso. Além disso, a diversidade de BIOS existentes faz com que nem sempre um determinado código funcione. Assim, caso tenha feito uma série de tentativas sem sucesso, como último recurso, procure o suporte técnico do fabricante da placa-mãe.

Como apagar as configurações de BIOS

Introdução





Muitos técnicos de informática ou usuários que compraram computadores de outras pessoas já se depararam com a seguinte situação: ao tentar acessar o Setup do BIOS de um computador, este se encontrava protegido por uma senha desconhecida. Se não for possível encontrar uma pessoa que conheça a seqüência correta, vai ser necessário apelar para métodos que consigam apagar as configurações do Setup do BIOS e, conseqüentemente, a senha que o protege. Daí surgem em fóruns e listas de discussões perguntas do tipo "como zerar a BIOS", "como resetar a BIOS" e assim por diante. O InfoWester testou uma série de soluções encontradas na internet e coloca aqui a que se mostrou mais eficiente.
Antes de começar
Antes de começar, esteja ciente de que os métodos aqui mostrados foram exaustivamente testados e, mesmo assim, não há como o InfoWester garantir que estes são 100% eficientes ou que não vão causar problemas em seu computador. Assim, o InfoWester não se responsabiliza porque qualquer dano que surja após a execução dos procedimentos deste artigo.
Por via das dúvidas, faça backup (cópia de segurança) de seus arquivos mais importantes.
Apagando as configurações de BIOS
Existem alguns aplicativos que conseguem apagar as configurações de BIOS, como o ClearCMOS, porém, nos testes do InfoWester, ele não foi funcional em algumas placas-mãe (especialmente as fabricadas pela Intel).
Como nem sempre é possível apelar para programas (por questões de licença, falta de acesso à internet ou outros), a utilização de códigos ou scripts se mostra melhor.
Para a aplicação de códigos, o InfoWester usou o comando debug, para MS-DOS. Por ele é possível executar códigos em linguagem Assembly (uma linguagem que, a grosso modo, trabalha diretamente com o hardware).
Apesar de ser possível executar o debug em ambiente Windows (para isso, vá em Iniciar / Executar, digite cmd e no prompt, digite debug - vá à pasta C:\windows\system32 caso o comando não seja encontrado ou não execute corretamente) é recomendável executar o script fora desse sistema. Para isso, o InfoWester usou um simples disquete de boot para o Windows 98. Como o computador já estava configurado para dar boot por esse meio, simplesmente inserimos o disquete na máquina após ligá-la.
Quando o prompt do DOS ficar acessível, digite debug e pressione a tecla Enter em seu teclado. Em seguida, insira o seguinte código. No final de cada linha, pressione a tecla Enter:
A
MOV AX,0
MOV AX,CX
OUT 70,AL
MOV AX,0
OUT 71,AL
INC CX
CMP CX,100
JB 103
INT 20
(pressione a tecla Enter mais uma vez)
G
Q


Repare que no código acima, há três letras usadas isoladamente: A, G e Q. A letra A serve para o debug saber que deve executar os códigos em linguagem de máquina. A letra G tem a função de executar as tarefas correspondentes ao código. Por sua vez, a letra Q é usada para sair do debug.
Note que durante a execução do código, uma seqüência de caracteres aparece no início de cada linha. Isso não representa erros. Trata-se apenas da indicação de endereços de memória.

Caso você digite algo errado, o debug aponta erro e repete a linha. Assim, basta digitar o código correspondente novamente, como mostra a imagem abaixo. Mesmo assim, esteja atento para digitar tudo corretamente e para não pular nenhuma linha.

Importante: cuidado para não confundir o número zero com a letra O. No código acima, essa letra não é usada.
Terminada a execução do código, basta reiniciar o computador e tentar acessar o Setup do BIOS. Se o código funcionou, a senha não será mais solicitada e assim você poderá fazer as modificações que achar necessário. É importante frisar que você terá que configurar data e hora novamente, além de outras opções.
OBS.: esse procedimento não causa danos ao sistema operacional, no entanto, nos testes do InfoWester, um computador deixou de carregá-lo. O problema foi resolvido após a opção PCI IDE Bus Master ter sido desativada no Setup do BIOS. Assim, ao ter problemas, verifique a configuração do Setup ou procure alguém com conhecimento para isso, caso não tenha muita experiência no assunto.
Outros códigos
Existem outros códigos que também podem ser usados para apagar a configuração do Setup do BIOS. Porém, alguns só funcionam em determinados modelos de placa-mãe. Assim, caso não tenha sucesso com o código anterior ou queira executar um mais simples, você pode tentar as seguintes seqüências, todas executadas no comando debug (pressione a tecla Enter no final de cada linha):
o 70 2e (o primeiro caractere é a letra O)
o 71 ff (o primeiro caractere é a letra O)
q

Código voltado aos BIOS da AMI/Award
o 70 17 (o primeiro caractere é a letra O)
o 71 17 (o primeiro caractere é a letra O)
q

Código voltado aos BIOS da Phoenix
o 70 FF (o primeiro caractere é a letra O)
o 71 17 (o primeiro caractere é a letra O)
q

Finalizando
É conveniente consultar o manual da placa-mãe antes de executar algum código para apagar as configurações do Setup do BIOS, pois existem muitos modelos que possuem um jumper próprio para isso. Além disso, a diversidade de BIOS existentes faz com que nem sempre um determinado código funcione. Assim, caso tenha feito uma série de tentativas sem sucesso, como último recurso, procure o suporte técnico do fabricante da placa-mãe.

Como apagar as configurações de BIOS

Introdução





Muitos técnicos de informática ou usuários que compraram computadores de outras pessoas já se depararam com a seguinte situação: ao tentar acessar o Setup do BIOS de um computador, este se encontrava protegido por uma senha desconhecida. Se não for possível encontrar uma pessoa que conheça a seqüência correta, vai ser necessário apelar para métodos que consigam apagar as configurações do Setup do BIOS e, conseqüentemente, a senha que o protege. Daí surgem em fóruns e listas de discussões perguntas do tipo "como zerar a BIOS", "como resetar a BIOS" e assim por diante. O InfoWester testou uma série de soluções encontradas na internet e coloca aqui a que se mostrou mais eficiente.
Antes de começar
Antes de começar, esteja ciente de que os métodos aqui mostrados foram exaustivamente testados e, mesmo assim, não há como o InfoWester garantir que estes são 100% eficientes ou que não vão causar problemas em seu computador. Assim, o InfoWester não se responsabiliza porque qualquer dano que surja após a execução dos procedimentos deste artigo.
Por via das dúvidas, faça backup (cópia de segurança) de seus arquivos mais importantes.
Apagando as configurações de BIOS
Existem alguns aplicativos que conseguem apagar as configurações de BIOS, como o ClearCMOS, porém, nos testes do InfoWester, ele não foi funcional em algumas placas-mãe (especialmente as fabricadas pela Intel).
Como nem sempre é possível apelar para programas (por questões de licença, falta de acesso à internet ou outros), a utilização de códigos ou scripts se mostra melhor.
Para a aplicação de códigos, o InfoWester usou o comando debug, para MS-DOS. Por ele é possível executar códigos em linguagem Assembly (uma linguagem que, a grosso modo, trabalha diretamente com o hardware).
Apesar de ser possível executar o debug em ambiente Windows (para isso, vá em Iniciar / Executar, digite cmd e no prompt, digite debug - vá à pasta C:\windows\system32 caso o comando não seja encontrado ou não execute corretamente) é recomendável executar o script fora desse sistema. Para isso, o InfoWester usou um simples disquete de boot para o Windows 98. Como o computador já estava configurado para dar boot por esse meio, simplesmente inserimos o disquete na máquina após ligá-la.
Quando o prompt do DOS ficar acessível, digite debug e pressione a tecla Enter em seu teclado. Em seguida, insira o seguinte código. No final de cada linha, pressione a tecla Enter:
A
MOV AX,0
MOV AX,CX
OUT 70,AL
MOV AX,0
OUT 71,AL
INC CX
CMP CX,100
JB 103
INT 20
(pressione a tecla Enter mais uma vez)
G
Q


Repare que no código acima, há três letras usadas isoladamente: A, G e Q. A letra A serve para o debug saber que deve executar os códigos em linguagem de máquina. A letra G tem a função de executar as tarefas correspondentes ao código. Por sua vez, a letra Q é usada para sair do debug.
Note que durante a execução do código, uma seqüência de caracteres aparece no início de cada linha. Isso não representa erros. Trata-se apenas da indicação de endereços de memória.

Caso você digite algo errado, o debug aponta erro e repete a linha. Assim, basta digitar o código correspondente novamente, como mostra a imagem abaixo. Mesmo assim, esteja atento para digitar tudo corretamente e para não pular nenhuma linha.

Importante: cuidado para não confundir o número zero com a letra O. No código acima, essa letra não é usada.
Terminada a execução do código, basta reiniciar o computador e tentar acessar o Setup do BIOS. Se o código funcionou, a senha não será mais solicitada e assim você poderá fazer as modificações que achar necessário. É importante frisar que você terá que configurar data e hora novamente, além de outras opções.
OBS.: esse procedimento não causa danos ao sistema operacional, no entanto, nos testes do InfoWester, um computador deixou de carregá-lo. O problema foi resolvido após a opção PCI IDE Bus Master ter sido desativada no Setup do BIOS. Assim, ao ter problemas, verifique a configuração do Setup ou procure alguém com conhecimento para isso, caso não tenha muita experiência no assunto.
Outros códigos
Existem outros códigos que também podem ser usados para apagar a configuração do Setup do BIOS. Porém, alguns só funcionam em determinados modelos de placa-mãe. Assim, caso não tenha sucesso com o código anterior ou queira executar um mais simples, você pode tentar as seguintes seqüências, todas executadas no comando debug (pressione a tecla Enter no final de cada linha):
o 70 2e (o primeiro caractere é a letra O)
o 71 ff (o primeiro caractere é a letra O)
q

Código voltado aos BIOS da AMI/Award
o 70 17 (o primeiro caractere é a letra O)
o 71 17 (o primeiro caractere é a letra O)
q

Código voltado aos BIOS da Phoenix
o 70 FF (o primeiro caractere é a letra O)
o 71 17 (o primeiro caractere é a letra O)
q

Finalizando
É conveniente consultar o manual da placa-mãe antes de executar algum código para apagar as configurações do Setup do BIOS, pois existem muitos modelos que possuem um jumper próprio para isso. Além disso, a diversidade de BIOS existentes faz com que nem sempre um determinado código funcione. Assim, caso tenha feito uma série de tentativas sem sucesso, como último recurso, procure o suporte técnico do fabricante da placa-mãe.

Como configurar seu Banco de Dados com a extensão ACCDR

Aviso Segurança


ACCDR é uma nova extensão de arquivo que permite a abertura de um banco de dados em modo de tempo de execução.  Ao fazer a alteração da extensão do arquivo de ACCDB para ACCDR, você estará criando  uma versão "bloqueada".   Para "desbloquear", basta retornar para a extensão ACCDB.
modo de tempo de execução é um modo operacional  que desativa o Painel de navegação, a Faixa de opções, o Modo de design, o Modo de layout e a Ajuda.
Veja na figura abaixo o Banco de Dados contatos.accdb , criado dos modelos do Access.



Agora, imagine a seguinte situação: o Banco de Dados acima é um projeto seu e você pretende disponibilizá-lo para ser usado por outras pessoas. Do jeito em que se encontra, você sabe que podem alterar a estrutura do projeto, ainda que por acidente.   Sem dizer que o Banco de Dados não está com uma aparência de aplicativo, não é mesmo?  Uma das maneiras de se resolver a questão é utilizar o recurso de troca da extensão de ACCDB para ACCDR.
Vejamos, então, como proceder, usando como exemplo contatos.ACCDB.
Por padrão, o Windows esconde as extensões dos arquivos.  Você pode habilitar isso na pasta aonde se encontra o Banco de Dados.  Vá no menu Ferramentas e clique em Opções de Pasta, conforme figura abaixo:
Aviso Segurança

Selecione a guia Modo de exibição e desmarque Ocultar as extensões dos arquivos conhecidos.  Clique em Aplicar e feche as Opções de pasta, conforme figura abaixo:
Aviso Segurança

Agora, faça a troca da extensão do arquivo contatos.ACCDB para contatos.ACCDR
Feita a troca, é preciso criar um atalho no Desktop para poder rodar o Aplicativo.  Clique com o botão da direita do mouse sobre o arquivo contatos.ACCDR , vá até Enviar para e selecione Área de trabalho (criar atalho).  Veja na figura abaixo:
Aviso Segurança

Abra as propriedades do atalho criado no seu Desktop e insira o comando Runtime no final da linha
Aviso Segurança

Rodando o Banco de Dados pelo atalho. Veja como ficou!  Legal, não é?
Aviso Segurança
Algumas observações.
1- Você precisa que o  banco de dados carregue, na inicialização,  uma Faixa(ribbon) ou um formulário personalizado, que possibilite a navegação pelo aplicativo.  Veja que no exemplo acima, o formulário carregado, tem um menu com esta finalidade.
2- Certamente que para a maioria dos usuários, o seu aplicativo estará seguro, mas para os mais sabidos, isso não seria problema, pois basta trocar a extensão para ACCDB que tudo passa a ficar a mercê de alterações.  Portanto não é um modo seguro de defesa.
3- É um teste super válido para ver como o seu aplicativo vai se comportar no modo runtime.

12 de dezembro de 2010

Pedidos de Ajuda



Faça seu pedido e deixe Email para contato
poste sua duvida e sua solução será postada de imediato
Envie comenta-rios 

4 de dezembro de 2010

O que muda na nova ortografia no Brasil


No Brasil, somente 0,6% (aprox) das palavras serão afetadas. Veja abaixo as mudanças:
TREMA
Deixará de existir em todas as palavras (ex: lingüiça será escrito como “linguiça”), com exceção para nome próprios
HÍFEN
Não será mais usado nos seguintes casos:
  • Quando o primeiro elemento termina em vogal e o segundo elemento começa com uma vogal diferente (Ex: extra-escolar será escrito como) “extraescolar”;
  • Quando o segundo elemento começar com r ou s. Nesse caso, a primeira letra do segundo elemento deverá ser duplicada (Ex: anti-semita e contra-regra serão escritos como “antissemita” e “contrarregra”;
Outra regra para o hífen é a de incluí-lo onde antes não existia, nos casos em que o primeiro elemento finalizar com a mesma vogal que começa o segundo elemento (ex: microondas e antiinflamatório serão escritos como “micro-ondas” e “anti-inflamatório”.
ACENTO DIFERENCIAL
Não se usará mais o acento para diferenciar:
  • “pêra” (substantivo - fruta) e “pera” (preposição arcaica)
  • “péla” (flexão do verbo pelar) de “pela” (combinação da preposição com o artigo)
  • “pára” de “para” (preposição)
  • “pêlo” de “pelo” (combinação da preposição com o artigo)“pólo” (substantivo) de “polo” (combinação antiga e popular de “por” e “lo”)
ACENTO CIRCUNFLEXO
Deixará de existir em:
  • palavras que terminam com hiato “oo” (Ex: vôo e enjôo serão escritos como “voo” e “enjoo”)
  • terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos dar, ler, crer e ver (ex: Lêem, vêem, crêem e dêem serão escritos como “leem”, “veem”, “creem” e “deem”)
ACENTO AGUDO
  • Será abolido em palavras terminadas com “eia” e “oia” (ex: idéia e jibóia serão escritos como “ideia” e “jiboia”.
  • Nas palavras paroxítonas, com “i” e “u” tônicos, quando precedidos de ditongo. Exemplos: “feiúra” e “baiúca” passam a ser grafadas “feiura” e “baiuca”
  • Nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com “u” tônico precedido de “g” ou “q” e seguido de “e” ou “i”. Com isso, algumas poucas formas de verbos, como averigúe (averiguar), apazigúe (apaziguar) e argúem (arg(ü/u)ir), passam a ser grafadas averigue, apazigue, arguem
ALFABETO
O alfabeto agora contará com as letras “k”, “w” e “y”, somando um total de 26 letras

Só o Brasil adota nova ortografia

Outras nações de língua portuguesa ainda não tomaram medidas concretas para a implantação das mudanças no idioma

Enquanto, no Brasil, a adoção do acordo ortográfico completa um ano a passos largos, nos outros sete países de língua portuguesa, a reforma engatinha. O país foi o único a adotar medidas concretas para disseminar as novas regras, como a conversão de livros didáticos, o uso nas escolas e a mudança da forma de escrever na imprensa.

Em Portugal, onde a maior parte da população se opõe ao acordo, a implantação é vacilante e cheia de indefinições. Por enquanto, apenas alguns jornais adotaram a regra unificada. Novos passos devem ser dados a partir de agora. A ministra portuguesa da Cultura, Maria Gabriela da Silveira Ferreira Canavilhas, anunciou que a Agência Lusa e o Diário da República começariam 2010 com escrita renovada. Ao mesmo tempo, uma ação contraditória partiu de outro setor do governo. Em dezembro, a ministra da Educação, Isabel Alçada, recuou da decisão de adotar o acordo no sistema de ensino já no novo ano.

– Estamos a pensar a estratégia, mas ainda não estão definidas metas. Não é no próximo ano ainda (em 2010). Temos de fazer todo um trabalho com os diferentes parceiros para definir a forma como o acordo ortográfico será introduzido – disse, em entrevista ao jornal Público.

Apesar do adiamento, a ministra tem defendido que a introdução “não é complicada” e pode ser feita de forma “serena”. Portugal fixou prazo até 2015 para a adaptação.

Uma dificuldade é que Portugal tem adversários ferrenhos à mudança. Uma sondagem sob encomenda do jornal Correio da Manhã, o mais vendido no país, em março, mostrou que 57,3% dos portugueses são contra as novas regras. Um dos nomes mais importantes da cultura portuguesa, Vasco Graça Moura lidera o movimento para abandonar o acerto com os demais países.

– O processo ainda pode ser parado. Não pode avançar sem haver ratificação por todos os países. Se o objetivo é a unidade da grafia, basta que um não avance para que não faça sentido – diz ele.

José Mário Costa, fundador e coordenador do site Ciberdúvidas da Língua Portuguesa, rebate:

– Não há nenhuma possibilidade de recuo. O acordo está em vigor.

Nos outros países, a discussão está ainda mais atrasada. Em novembro, o governo de Cabo Verde anunciou que o acordo entrou em vigor, mas ainda não tomou medidas práticas para implementá-lo. Angola e Moçambique sequer o ratificaram oficialmente. Imersos num cotidiano de pobreza e baixo desenvolvimento social, os países africanos estão longe de considerar a reforma ortográfica uma prioridade.

– Eles ainda não assinaram apenas por questões burocráticas. Quando houver a adesão de Portugal, todos vão aprovar – avalia o escritor Godofredo Oliveira Neto, da Comissão de Língua Portuguesa do Ministério da Educação do Brasil.

Coordenador do Setor de Lexicologia e Lexicografia da Academia Brasileira de Letras, Evanildo Bechara diz que não há motivo para preocupação:

– A resistência é normal. Pouco a pouco, a nova ortografia caminha, e os pontos divergentes são resolvidos.

O que falta esclarecer

- Uso do hífen: o acordo não menciona como grifar expressões com “não”, como “não agressivo”. Diante da omissão, a Academia Brasileira de Letras (ABL) entende que a palavra não leva hífen. Mas o vocabulário produzido pela Editora Porto, de Portugal, entende o contrário e grafou as palavras com hífen.
- Grafia de termos botânicos e biológicos: a regra geral do acordo prevê que os nomes sejam separados por hífen, como em “bico-de-papagaio”. Mas a expressão pode designar tanto uma planta como uma saliência óssea. A ABL entende que ela leva hífen apenas quando se referir à botânica. Nesse caso, quem fizer referência à saliência óssea deve escrever “bico de papagaio”, e quem quiser se referir à planta deve escrever “bico-de-papagaio”. O primeiro dicionário editado em Portugal seguiu a regra da ABL, mas não existe consenso.
- Palavras como “reeleição” e “reeditar” também suscitaram dúvidas, pois o novo acordo prevê que vogais sejam separadas por hífen. Para a ABL, a grafia deve permanecer como era, pois o acordo não faz referência direta. “A falha levou as pessoas a pensarem que deviam separar o ‘re’, como em ‘re-eleição’. Mas entendemos que ele só tratou das coisas que mudam, o que não foi mencionado fica como está.”

 
Design by Wordpress Theme | Bloggerized by Free Blogger Templates | coupon codes