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25 de outubro de 2010

Testar a eficácia do seu firewall

1. O que é um firewall (ou corta-fogo) ?

Um firewall é um software que controla as trocas entre uma rede (local ou Internet) e o seu computador. O firewall examina os dados recebidos e aa saída dos dados do computador. 

1.a Dados recebidos

O controle dos dados recebidos é utilizado, principalmente, para a conexão à rede Internet : na realidade, quando estamos conectados, vários outros computadores veem interrogar o seu, para ver se ele "responde". O firewall protege o seu computador vigiando as "portas de acesso", chamadas portas. Na maior parte dos casos, o firewall bloqueia, automaticamente, essas portas para evitar que um intruso penetre no seu computador. 

1.b Saída de dados

O controle da saída de dados não pode ser feito automaticamente: o usuário deve pedir ao firewall para fechar ou abrir as portas de acesso. A saída de dados são, na realidade, programas que pedem uma conexão com a Internet, seja para ver se existem atualizações, seja para transmitir estatísticas, seja para funcionar (Como um navegador Internet como o Internet Explorer ou o Mozilla Firefox vai te deixar naveguar na Web, se você recusar seu acesso à Internet), etc . 

Certos programas podem ser equipados de spywares !! E , assim, transmitir suas informaçéoes pessoais aos sites web. Por exemplo, o leitor Windows Media 9 transmitia informações à Microsoft pelos DVD que os usuários viam. Um vírus ou um cavalo de tróia, dispondo do seu próprio executável, é facilmente identificável pelo usuário. É imperativo, portanto, não esquecer a saída de dados! 

2. Comot utilizar um firewall ?

2.a Os alertas

Quando uma troca se prepara, o firewall informa o usuário sobre o tipo de dados (saindo/entrando), do endereço IP e da porta em questão (sob a forma IP.IP.IP.IP:PORT), o nome do domínio (o "site") que envia o pedido (se estiver disponível) e, no caso, do controle de programa, o firewall pergunta para o usuário se é preciso bloquear ou abrir as portas. Para os dados recebidos, pode-se desativar os alertas já que o firewall não espera a resposta do usuário e bloqueia as portas, automaticamente. 

2.b Como saber se é preciso abrir ou bloquear as portas ? (Controle dos programas)

Pra começar, é preciso, imperativamente, saber identificar o programa que está tentando se conectar com a Internet ; caso contrário, é melhor bloquear o acesso, temporariamente, e buscar, através de um motor de busca, o executável. 
Se o programa só funciona graças à Internet (navegador, antivírus, módulo de conexão, software de mensagens instantâneas, etc), você pode abrir as portas (pode-se atribuir uma seleção padrão para evitar o clique freqüente em "bloquear" ou "autorizar"). Se o programa não tem nenhuma razão para se conectar com a Internet (exceto para te alertar sobre uma nova versão de atualização (Tratamento de textos, software de gravação e outros softwares que funcionam sem a Internet), é aconselhável bloquear as portas. Se você não conhece o software, bloqueie as portas e informe-se no fórum. 

2.c Como utilizar o firewall com várias conexões de rede ?

Quando você utiliza uma rede local, o firewall também filtra esta rede. Para evitar isso, basta registrar os endereços IP dos computadores da rede local ou o nome da placa de rede como « Zona segura », ou autorizar qualquer conexão para este endereço IP. Você também pode colocar os IP ou as placas redenuma « Zona perigosa" e definir, a seguir, um nível de proteção elevado para a rede Internet, médio ou desativado para a Zona segura (o nível Médio é o mais aconselhado, desative o firewall apenas se você encontrar um problema com o nível de proteção médio) e "Bloquear tudo" para a Zona perigosa. 

O seu firewall está pronto para ser utilizado ! 

2.d É difícil utilizar um firewall ?

Não posso prometer que tudo será feito num piscar de olhos. Pra começar, escolha um firewall fácil e simples, em vez de um firewall em que precise definir as regras de filtragem. Um firewall como oZoneAlarm te alertará quando uma intrusão for detectada pela primeira vez ; você deverá apenas pedir para ele não exibir mais estes alertas e, ele te deixará em paz. Em compensação, os alertas para as saídas das conexões (para autorizar os programas à se conectarem à Internet) continuarão a aparecer. Mas, felizmente, o software pode salvar as configurações escolhidas. 

Em resumo, após a instalação de um firewall, bastam alguns dias de utilização do computador para definir que programas "autorizar" ou "bloquear" o acesso à Internet. Depois disso, ele fica discreto. 

3. Testar a eficácia do seu firewall

Se hoje é indispensável navegar na net com um firewall, verificar se ele está bem configurado para uma proteção máxima, também é ! 
Existem testes que permitem o controle de sua eficácia e, reconfiguração, se for o caso: 

1. O que é um firewall (ou corta-fogo) ?

Um firewall é um software que controla as trocas entre uma rede (local ou Internet) e o seu computador. O firewall examina os dados recebidos e aa saída dos dados do computador. 

1.a Dados recebidos

O controle dos dados recebidos é utilizado, principalmente, para a conexão à rede Internet : na realidade, quando estamos conectados, vários outros computadores veem interrogar o seu, para ver se ele "responde". O firewall protege o seu computador vigiando as "portas de acesso", chamadas portas. Na maior parte dos casos, o firewall bloqueia, automaticamente, essas portas para evitar que um intruso penetre no seu computador. 

1.b Saída de dados

O controle da saída de dados não pode ser feito automaticamente: o usuário deve pedir ao firewall para fechar ou abrir as portas de acesso. A saída de dados são, na realidade, programas que pedem uma conexão com a Internet, seja para ver se existem atualizações, seja para transmitir estatísticas, seja para funcionar (Como um navegador Internet como o Internet Explorer ou o Mozilla Firefox vai te deixar naveguar na Web, se você recusar seu acesso à Internet), etc . 

Certos programas podem ser equipados de spywares !! E , assim, transmitir suas informaçéoes pessoais aos sites web. Por exemplo, o leitor Windows Media 9 transmitia informações à Microsoft pelos DVD que os usuários viam. Um vírus ou um cavalo de tróia, dispondo do seu próprio executável, é facilmente identificável pelo usuário. É imperativo, portanto, não esquecer a saída de dados! 

2. Comot utilizar um firewall ?

2.a Os alertas

Quando uma troca se prepara, o firewall informa o usuário sobre o tipo de dados (saindo/entrando), do endereço IP e da porta em questão (sob a forma IP.IP.IP.IP:PORT), o nome do domínio (o "site") que envia o pedido (se estiver disponível) e, no caso, do controle de programa, o firewall pergunta para o usuário se é preciso bloquear ou abrir as portas. Para os dados recebidos, pode-se desativar os alertas já que o firewall não espera a resposta do usuário e bloqueia as portas, automaticamente. 

2.b Como saber se é preciso abrir ou bloquear as portas ? (Controle dos programas)

Pra começar, é preciso, imperativamente, saber identificar o programa que está tentando se conectar com a Internet ; caso contrário, é melhor bloquear o acesso, temporariamente, e buscar, através de um motor de busca, o executável. 
Se o programa só funciona graças à Internet (navegador, antivírus, módulo de conexão, software de mensagens instantâneas, etc), você pode abrir as portas (pode-se atribuir uma seleção padrão para evitar o clique freqüente em "bloquear" ou "autorizar"). Se o programa não tem nenhuma razão para se conectar com a Internet (exceto para te alertar sobre uma nova versão de atualização (Tratamento de textos, software de gravação e outros softwares que funcionam sem a Internet), é aconselhável bloquear as portas. Se você não conhece o software, bloqueie as portas e informe-se no fórum. 

2.c Como utilizar o firewall com várias conexões de rede ?

Quando você utiliza uma rede local, o firewall também filtra esta rede. Para evitar isso, basta registrar os endereços IP dos computadores da rede local ou o nome da placa de rede como « Zona segura », ou autorizar qualquer conexão para este endereço IP. Você também pode colocar os IP ou as placas redenuma « Zona perigosa" e definir, a seguir, um nível de proteção elevado para a rede Internet, médio ou desativado para a Zona segura (o nível Médio é o mais aconselhado, desative o firewall apenas se você encontrar um problema com o nível de proteção médio) e "Bloquear tudo" para a Zona perigosa. 

O seu firewall está pronto para ser utilizado ! 

2.d É difícil utilizar um firewall ?

Não posso prometer que tudo será feito num piscar de olhos. Pra começar, escolha um firewall fácil e simples, em vez de um firewall em que precise definir as regras de filtragem. Um firewall como oZoneAlarm te alertará quando uma intrusão for detectada pela primeira vez ; você deverá apenas pedir para ele não exibir mais estes alertas e, ele te deixará em paz. Em compensação, os alertas para as saídas das conexões (para autorizar os programas à se conectarem à Internet) continuarão a aparecer. Mas, felizmente, o software pode salvar as configurações escolhidas. 

Em resumo, após a instalação de um firewall, bastam alguns dias de utilização do computador para definir que programas "autorizar" ou "bloquear" o acesso à Internet. Depois disso, ele fica discreto. 

3. Testar a eficácia do seu firewall

Se hoje é indispensável navegar na net com um firewall, verificar se ele está bem configurado para uma proteção máxima, também é ! 
Existem testes que permitem o controle de sua eficácia e, reconfiguração, se for o caso: 

24 de outubro de 2010

Como Prolongar a vida util das baterias de notebook e celular


Desvendando o mito

Antes de nos aprofundarmos na forma como baterias funcionam, é preciso responder à pergunta que dá título ao artigo: recarregar constantemente o aparelho, hoje, é o método recomendado pelos fabricantes. Em resumo, realizar diversas recargas antes do término da bateria não vai estragar seus aparelhos.
Dessa forma, quem deixa dispositivos conectados muito tempo à uma tomada não precisa se preocupar em perder desempenho ou com possíveis danos causados pelas constantes recargas.
Vale mencionar que até alguns anos atrás a resposta seria totalmente diferente, devido ao chamado efeito memória, muito comum em aparelhos com mais idade. Antigamente, as bateria utilizadas eram feitas de Níquel-Cádmio, uma tecnologia menos eficiente e que costumava apresentar vários problemas em caso de recargas recorrentes.
O efeito memória funciona da seguinte forma: quando um aparelho era recarregado, a bateria se lembrava da carga inicial e a considerava como o ponto zero. Assim, se você recarregasse o aparelho com 80% da carga, eram grandes as chances de que, em pouco tempo, só fosse possível utilizar os 20% restantes da bateria – o que significa muito pouco tempo de uso e a dependência da conexão com uma fonte de energia externa. Dessa forma, a melhor maneira de prolongar a vida dos aparelhos era sempre recarregá-los somente quando não houvesse mais energia.
Com as baterias baseadas em Íon-Lítio (que equipam praticamente a totalidade dos aparelhos portáteis atuais), o efeito memória desapareceu completamente. Isso significa que não importa se a bateria está com 40% ou 70% de vida – a recarga pode ser feita sem nenhum problema ou perda de desempenho. Inclusive o recomendado é deixá-la o mais próximo da carga total sempre que possível.

Como prolongar a vida da uma bateria de Íon-Lítio

Agora que ficou claro que, em se tratando de baterias atuais, recarregá-las constantemente não apresenta nenhum dano, é hora de falar um pouco sobre como funciona a tecnologia Íon-Lítio. Antes de qualquer outra informação, é preciso saber que baterias do tipo ainda não amadureceram totalmente, e cientistas testam constantemente novas combinações de produtos químicos para aumentar sua eficiência e tempo de duração.
Baterias de Íon-Lítio funcionam através de ciclos de recarga (com média que fica entre 300 a 500 recargas, dependendo do tipo de aparelho utilizado). Cada vez que o dispositivo é descarregado totalmente, perde-se um ciclo de vida útil – em teoria uma bateria do tipo só precisa ser substituída após o usuário descarregá-la totalmente 500 vezes. Ou seja, caso se siga o mesmo procedimento necessário nas baterias de Níquel-Cádmio, em pouco tempo seus aparelhos só funcionarão conectados a uma fonte de energia.
Dessa forma, o ideal é que você recarregue constantemente sua bateria, mesmo que ela ainda possua uma boa quantidade de carga. Portanto, não precisa se preocupar em deixar seu celular com 60% de carga conectado ao carregador meia hora antes de sair de casa – inclusive esse é o tipo de procedimento recomendado pela maioria dos fabricantes.
O problema que pode ocorrer devido à recarga constante dos aparelhos está na exibição do nível de carga. Isso é comum, principalmente em celulares e notebooks, que podem indicar um nível maior ou menor de carga do que aquele realmente disponível. Isso pode ser resolvido de maneira fácil, basta descarregar totalmente a bateria do aparelho para recalibrar o medidor dos dispositivos. O recomendado é que esse processo seja feito uma vez a cada três meses, evitando assim maiores problemas.
Em geral, uma bateria de Íon-Lítio conservada em condições ideais dura entre dois  a três anos de uso constante. Isso acontece devido aos processos químicos naturais que acontecem nos dispositivos e que aumentam sua resistência interna devido à oxidação. Eventualmente, a resistência atinge um ponto em que a bateria não é mais capaz de fornecer energia, mesmo que possua carga interna disponível.
Por esse motivo, é comum que baterias durem mais em dispositivos que exigem pouco consumo de energia. Afinal, neles não é preciso que a taxa de transferência de energia seja muito alta, o que possibilita seu uso mesmo quando a resistência interna é muito grande. O aumento da resistência interna é mais comum nas baterias Íon-Lítio que utilizam cobalto em sua composição, caso de smartphones, câmeras fotográficas e computadores portáteis.
Já aquelas baseadas em manganês (utilizadas em ferramentas elétricas, por exemplo) possuem uma carga energética menor, mantendo a resistência interna em níveis estáveis – nesse caso, a perda de vida útil se dá pela decomposição química de elementos internos.

Calor, o grande inimigo das baterias

Agora que você sabe que não é preciso descarregar totalmente um dispositivo antes de recarregar a bateria, deve estar pensando: então não tem problema eu manter um aparelho conectado o tempo toda à tomada e só desconectá-lo na hora de sair de casa, certo? Bom, em teoria sim, mas na prática não é bem o que acontece.
Embora em matéria de ciclos de vida não haja nenhum problema em manter um dispositivo totalmente carregado conectado à tomada, é preciso levar em conta que o fluxo constante de energia tende a aquecer o aparelho. Comprovar isso é uma tarefa muito fácil, especialmente se você possui um notebook – ao comparar a temperatura de um aparelho desconectado a um em processo de carregamento é fácil notar a diferença de temperatura.
Basta lembrar das aulas de química ministradas em qualquer colégio para saber que o calor funciona como um dos mais eficientes catalisadores da natureza. Ou seja, quanto maior a temperatura de uma bateria, maior a velocidade com que ocorrem seus processos químicos naturais - o resultado é um dispositivo que utiliza ciclos de vida em uma velocidade maior do que a normal.
Dessa forma, manter um aparelho conectado constantemente a uma tomada pode significar perder em pouco tempo sua capacidade de recarga, forçando o usuário a investir em uma bateria substituta. Por isso, o recomendado é retirar a bateria sempre que o plano for utilizar o aparelho durante longos períodos conectados a uma fonte de energia – conselho especialmente válido para donos de notebooks. Nessas horas é preciso optar entre o risco de perder dados não salvos em caso de uma queda de energia ou ver a vida útil da bateria diminuir em ritmo acelerado.

Dicas para prolongar a vida útil

Agora que já se tem uma ideia básica de como uma bateria de Íon-Lítio funciona durante o processo de recarga, é possível programar o uso dos aparelhos para obter o máximo de vida útil possível. Note que não há remédio para recuperar baterias desgastadas por processos químicos – em geral, esquentá-las um pouco diminui a resistência interna e permite acessar a energia armazenada, mas basta voltar à temperatura normal para o problema retornar.
Abaixo, seguem algumas dicas simples que ajudam a prolongar o tempo de uso de sua bateria e que evitam ter que substituí-las antes do período programado durante sua produção.

Recarregue constantemente seus aparelhos

A primeira dica tem tudo a ver com o título do artigo: a melhor maneira de manter seus aparelhos saudáveis é recarregá-los constantemente, de preferência muito antes de sequer pensar em acabar a bateria. Além de permitir que você os utilize durante um tempo mais prolongado, o processo evita o desperdício de importantes ciclos de vida.
Porém, lembre-se de que a descarga completa de um dispositivo é necessária para calibrar o medidor de energia de aparelhos. Dessa forma, recomenda-se descarregar totalmente um aparelho a cada três meses, para evitar qualquer tipo de problema nos indicadores. Em geral, esse ritmo é mais do que suficiente para manter a saúde de sua bateria.

Evite o calor a todo custo

Como já foi exposto durante o artigo, temperaturas elevadas são os principais inimigos de sua bateria. Afinal, elas aceleram o processo de desgaste dos dispositivos e podem resultar em acidentes mais graves, como incêndios.
Além de retirar a bateria de um aparelho sempre que ela atingir 100% de carga e uma fonte de energia continuar conectada, evite utilizar o aparelho em espaços pouco ventilados ou deixá-lo armazenado junto a fontes de calor. Assim,  você prolonga o tempo de vida da bateria e evita a ocorrência de problemas mais graves que podem por em jogo um dispositivo valioso.

Guarde baterias em um local adequado

Essa dica é especialmente importante para quem mantém uma bateria extra para momentos de necessidade ou precisa armazenar dispositivos durante muito tempo sem uso. Como o circuito de proteção de uma bateria precisa de um pouco de energia para operar corretamente, nunca se deve deixá-la guardada sem carga alguma.
Algumas baterias de Íon-Lítio falham ao ficar muito tempo com a carga mínima, que no geral gira entre 2,5 Volts por célula. Caso esse limite mínimo seja ultrapassado, o circuito de segurança interno deixa de funcionar corretamente e indica que a bateria está morta, situação na qual os carregadores comuns de nada servem. Alguns fabricantes dispõem de alternativas que recuperam dispositivos nesse estado, mas em geral é perigoso tentar fazer o processo sozinho por questões de segurança.
O ideal é que, ao guardar uma bateria, ela esteja com cerca de 40% de sua carga total disponível. Após um determinado período de tempo, é comum que ela perca um pouco dessa capacidade devido ao circuito de proteção – por isso, quando for utilizá-la novamente, o recomendado é deixá-la carregar totalmente antes de utilizar o dispositivo desejado.
Também procure deixá-la em um ambiente arejado, evitando assim qualquer problema de superaquecimento. Afinal, mesmo durante os momentos de repouso de um aparelho os processos químicos de uma bateria continuam agindo de maneira constante – quanto mais amena a temperatura, menor o ritmo com que eles ocorrem e, consequentemente, maior a vida útil total do dispositivo.

23 de outubro de 2010

Valide seu Microsoft Word de Maneira facil

O que é o OGA?

Office Genuine Advantage  (OGA) é um programa semelhante da Microsoft para o Windows Genuine Advantage, que exige que os usuários do software Microsoft Office validar  sua cópia do Microsoft Office para fazer o download de atualizações críticas e outras transferências, como addons, amostras, etc. Isto é diferente da ativação de produto em que a ativação é necessária para utilizar o software e é aplicado a nível de software, validação que permite aos utilizadores transferir arquivos e atualizações no site da Microsoft e é com base na Internet.
A validação rejeita esses produtos que tenham sido amplamente divulgados ou aqueles em que suas chaves tenha sido geradas automaticamente através de "Keygen".
  Office Genuine Advantage inclui o Office XP, Office 2003 e do Microsoft Office 2007 System. 

A partir de 30 de janeiro de 2007, os usuários do Office Update terão de obrigatoriamente validar a legitimidade do seu exercício do software, a fim de baixar os arquivos e atualizações.

Em 15 de abril de 2008, a Microsoft lançou a atualização KB949810, conhecida como Office Genuine Advantage Notifications para o Windows Server Update Services. O pacote é apresentado como "necessário" para os computadores com o Microsoft Office XP, 2003 ou 2007 instalado e não pode ser removido após a instalação.

COM ESTE TUTORIAL você vai ativar o seu Microsoft Office 2007 e 2003 em qualquer versão e com qualquer serial!

TESTES: Testado com o Microsoft Office 2007 Enterprise em PT-BR e funcionou.

Burlando o OGA

1º Baixe o OGA em qualquer um dos servidores abaixo:

Mega Upload | Rapid Share | Easy Share

2º Baixando em um dos server, faça a extração dos arquivos com o WinRAR
3º Clique no arquivo OGA_v1.7.111.0_crack.exe e faça a extração dele para qualquer lugar.
Imagem 1
4º Logo após a extração irá aparecer esta tela:
Imagem 02
5º Aperte ENTER. ele começará o processo de validação do Office 2007
6º Quando acabar, ele vai abrir a página de Ativação do Office 2007(em inglês). Tem que aparecer esta tela:
Imagem 03

Não use Anabolizantes Tenha conciência do Perigo

O QUE SÃO ESTERÓIDES ANABOLIZANTES ?

        INTRODUÇÃO
        O uso crescente de anabolizantes artificiais com fins estéticosnos nos Estados Unidos é classificada como uma "Epidemia silenciosa". Pesquisas recentes mostram que 7% dos estudantes colegiais americanos já foram ou são usuários de anabolizantes e que 9% dos que freqüentam academia os consomem regularmente. É a droga mais encontrada nos exames antidoping feitos pelo Comitê Olímpico Internacional. 
        No Brasil, embora não tenham sido feitos levantamentos capazes de quantificar o uso dos esteróides anabólicos, pode-se afirmar que o consumo cresce assustadoramente entre a população jovem. E isso acontece sem o menor controle das autoridades da saúde, porque não há no país uma regulamentação destinada a normatizar a venda desses medicamentos. Grande parte dos produtos anabolizantes consumidos internamente vem do exterior e é comercializada no mercado negro. Desenvolvidos na década de 1950, os anabolizantes ou esteróides anabólicos são produzidos a partir do hormônio masculino testosterona, potencializando sua função anabólica, responsável pelo desenvolvimento muscular, e reduzindo o efeito androgênico, que responde pelas características masculinas, como timbre de voz, pêlos do corpo, crescimento de testículos. Quando administrada no organismo, essa substância entra em contato com as células do tecido muscular e age aumentando o tamanho dos músculos. Em doses altas, os anabolizantes aumentam o metabolismo basal, o número de hemácias e a capacidade respiratória. Essas alterações provocam uma redução da taxa de gordura corporal. As pessoas que os consomem ganham força, potência e maior tolerância ao exercício físico. Sem grandes esforços, elas atingem a meta de mudar a aparência rapidamente e a um preço acessível — uma ampola custa em média R$ 7 nas farmácias do país. 
        Embora essas drogas venham com uma tarja na embalagem alertando que o produto deve ser usado com indicação médica, no Brasil qualquer pessoa pode comprá-las sem receita em farmácias e academias.  Muitos dos anabolizantes consumidos pelos jovens brasileiros têm uso veterinário no exterior !  Estudos científicos mostram que o uso inadequado de anabolizantes pode causar sérios prejuízos à saúde, como problemas cardíacos, hipertensão arterial, distúrbios psicológicos provocados pelo aumento da agressividade, complicações hepáticas (hepatotoxidade) e redução de hormônios sexuais.
   
     
         DEFINIÇÃO :
       Esteróides são hormônios, responsáveis pela harmonia das funções vitais do organismo. São compostos químicos sintéticos que imitam os efeitos anabólicos da testosterona, tendo a propriedade de ativar o metabolismo protéico, retendo o nitrogênio e aumentando a atividade do RNA. Além dos esteróides nosso organismo também possui outros hormônios tais como a insulina, o glucagon, os hormônios da tiróide e outros. Existem três categorias de esteróides :
  • Estrógenos ( hormônio feminino ) produzido pelo ovário, produz os caracteres sexuais femininos;
  • Andrógenos ( hormônio masculino ) produzido pelos testículos, produz os caracteres masculinos;
  • Cortizona que é produzida por ambos os sexos, tem efeito analgésico e anti-inflamatório.
   
          Os esteróides anabólicos são um subgrupo de andrógenos
          Os efeitos desejáveis com a administração dos esteróides são:
  • Aumento da síntese protéica;
  • Diminuição da fadiga;
  • Aumentar a retenção de glicogênio;
  • Favorecer o metabolismo dos aminoácidos
  • Inibir a atuação do cortisol ( hormônio catabólico), liberado pelo stress. Também torna o organismo mais suscetível à gripes e resfriados por suprimir os mecanismos imunológicos.
  • Promover um balanço nitrogenado positivo;
  • Aumento da força de contratilidade muscular.

        TIPOS DE ANABOLIZANTES :    
        Foram produzidos vários tipos de esteróides anabólicos pela indústria farmacêutica:
Supositórios, cremes, selos de fixação na pele e sublingual, porém os mas consumidos são os: orais e os injetáveis.

        ORAIS : Via comprimido, na sua ingestão passa pelo estômago, é absorvido pelo
intestino, processado pelo fígado, então vai para acorrente sangüínea. Como o fígado é responsável pela destruição de qualquer corpo estranho no organismo, vários esteróides estavam sendo destruídos através de um processo chamado 17 alpha alcalinização. A alcalinização provoca uma sobrecarga no fígado que acaba danificado por um esforço para combater algo que não consegue processar.

        INJETÁVEIS :  Os esteróides injetáveis são menos nocivos do que os orais, por não
passar por um processo de alcalinização. Esse tipo de esteróide passa pela corrente sangüínea via muscular, e umas das vantagens é que a base oleosa permanece na corrente sangüínea com uma longa duração, visto que o óleo demora para se dissipar no local da aplicação devido a sua viscosidade. As desvantagens dos anabolizantes injetáveis é que são mais tóxicos para os rins e são desconfortáveis devido a sua forma de aplicação: "injetável". 


      
  EFEITOS COLATERAIS :
        Inúmeros efeitos colaterais de longo e curto prazo são relacionados com o uso de esteróides anabólicos. Veja abaixo, alguns já conhecidos :
  • Calvície;
  • Acne;
  • Agressividade;
  • Hipertensão arterial;
  • Hipertrofia da próstata;
  • Limitação do crescimento;
  • Hepatotoxidade;
  • Impotência sexual;
  • Esterilidade;
  • Insônias;
  • Cefaléias;
  • Aumento do mau colesterol LDL;
  • Diminuição do bom colesterol HDL;
  • Ginecomastia (surgimento de seios);
  • Selamento das epífises ósseas;
  • Coronáriopatias (complicações cardíacas);
  • Enrijecimento das articulações;
  • Atrofia testicular;
  • Em mulheres, além dos acima citados podem ocorrer:
  • Virilização;
  • Crescimento de pelos;
  • Engrossamento da voz;
  • Hipertrofia do clitóris;
  • Distúrbios menstruais e ovulatórios.

 
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